terça-feira, 23 de outubro de 2012


23 de outubro Dia do Aviador

No dia 23 de outubro comemoramos o Dia do Aviador porque foi nesta data no ano de 1906 que Santos Dumont, o grande inventor brasileiros levantou vôo com o seu "14 Bis". Foi o primeiro vôo de um aparelho mais pesado que o ar. Era o princípio da aviação, o meio mais rápido e arrojado de locomoção conseguido pelo homem.
Alberto Santos-Dumont nasceu a 20 de julho de 1873 em Santa Luzia do Rio das Velhas, hoje cidade de Santos-Dumont, depois de ter sido denominada cidade de Palmira por dilatados anos. Era filho do engenheiro Henrique Dumont e de D. Francisca de Paula Santos. Faleceu em Guarujá - São Paulo - em 23 de julho de 1932. Eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 4 de junho de 1931, não chegou a tomar posse de sua cadeira.

Ainda pequeno, Alberto muda-se para Valença onde a família passou a se dedicar ao café. Em seguida seu pai comprou a Fazenda Andreúva a cerca de 20 km de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Ali, o pai de Alberto logo percebeu o fascínio do filho pelas máquinas da fazenda e direcionou os estudos do rapaz para a mecânica, a física, a química e a eletricidade.
Apesar de sua ascendência francesa e de ter realizado a maior parte de sua obra em Paris, amava o Brasil profundamente e vivia protestando ao governo para que desse mais atenção à aviação. Aqui suicidou-se em 1932.
Estava com profunda depressão originada pelo excesso de trabalho e pelas fortes tensões que sofrera em perigo nos vôos experimentais.
Alberto Santos-Dumont é considerado o Pai da Aviação. A Lei 3636, de 22 de setembro de 1959, concedeu-lhe o posto honorífico de Marechal-do-Ar. De 16 a 23 de outubro transcorre a Semana da Asa.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Semarh e Ibram recebem o apoio de 120 aeronaves

(25/09/2012 - 14:40)

O trabalho de monitoramento e conservação das áreas protegidas do Distrito Federal ganha a partir dos próximos dias um novo aliado: a Associação dos Pilotos de Ultraleve de Brasília (Apub). Por meio de um Termo de Cooperação Técnica, a entidade irá fornecer à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram) informações, em tempo real, relativas a incêndios florestais, ocupações irregulares e outras ocorrências que digam respeito às atividades desenvolvidas pelo Instituto.

Leia mais em:
http://www.ibram.df.gov.br/003/00301015.asp?ttCD_CHAVE=173495

Pilotos vão ajudar a monitorar o desmatamento e ocupações irregulares no DF

Aos aeronavegantes:

Reportagem exibida no DFTV.

Pilotos vão ajudar a monitorar o desmatamento e ocupações irregulares no DF

Agora os pilotos da APUB têm mais motivos para voar.

Agora os anjos da guarda(do cerrado) estão  prontos para denunciar desmatamentos, ocupações irregulares, monitorar e denunciar a degradação do cerrado.

Quer ver o vídeo, acesse:

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A equipe Skydive Red Bull realiza um espetáculo no céu da Áustria bem digno de qualquer filme de James Bond.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Era uma vez um menino que queria pilotar. Suas brincadeiras sempre envolviam vôo. Mal lhe apareceu uma sombra de buço, começou a preencher os formulários para ingresso na Força Aérea. Foi interrompido por seu amado avô: "Você não vai, também, me dar este desgosto!". O menino, só então, veio a saber que seu pai havia perecido na queda de um avião. Ele tinha um ano e meio, agora tinha dezesseis.
O tempo passou, o menino seguiu outros rumos e transformou-se em homem feito. Eu.
Após meio século, sem chance de entristecer meu avô, resolvi aprender a voar. A pilotar. Realizar antigo sonho... Voar!
De dentro de meus enormes, pesados e famigerados cento e oito quilos, vivia recebendo negativas dos instrutores de vôo que procurava. Nenhum encarou sequer a correr na pista, comigo dentro de seu avião. Enquanto procurava, sem desistir, comecei o curso teórico. O curso acabando e... Nada! "Por que você não procura o Edgar?", perguntaram.
Encontrei, finalmente o Edgar. A agenda dele era prá lá de apertada. Reparei que sua primeira olhada para mim não exprimia um "que horror!" Ou, pior ainda, um "tô fora...". Era algo como uma avaliação, como se sua visão tivesse uma balança. Ao invés de pensar "mais um que vai dar uma desculpa", senti certa tranquilidade. Ele me perguntou se eu seria capaz de me apresentar para voar com a roupa mais leve possível, tipo nylon bem fininho, sapatilhas... Respondi que sim, claro. Combinamos uma manhã bem cedo (hoje sei porque: ar mais denso sustenta melhor a carga! :) e parti para comprar o meu primeiro "macacão-de-vôo", que nada mais era que um abrigo do nylon mais vagabundo do mundo, ching-ling brabo.
Obviamente não dormi, por mais que me esforçasse. Alegria, ansiedade, expectativas, comparações...
Fui de carro. Nem cuecas nem meias. Carteira no porta-luvas do carro e seu chaveiro na mesa do hangar. Por garantia, tiraram a bateria do aviãozinho.
Era como se Mestre Edgar me pegasse pela mão. Decolamos, voamos (voamos!) por uma fração de segundos que levou mais de hora... Depois do curso de instrução, sério, solei. Minha sensação era que todos meus entes queridos, ainda vivos ou não, compartilhavam meu assento de PILOTO, dentro do meu coração. Mestre Edgar no meio. Até hoje, como sempre, escuto seus conselhos.
O resto é história.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Minha Historia



Eu não tinha mais do que quatro anos de idade quando, na cidade de interior em que morava vi um avião. Pelos conhecimentos que tenho hoje acredito ter sido um Paulistinha. Sua imagem decolando de uma pista que havia próxima às casas está gravada em minha memória até hoje. Na minha ignorância infantil tentar entender como ele conseguia voar era um desafio. Como meu mundo ainda era no chão e não no ar, imaginava que ao final da pista havia um grande precipício e como ele não podia mais manter o contato de suas rodas com o chão começava a voar por inércia (levei quase dez anos para saber o que esta palavra significava). Alimentando ainda mais a vontade de voar fui servir a Aeronáutica onde pude fazer alguns vôos de carona, pois logo descobri que a miopia seria um impeditivo para seguir a carreira de piloto.
Em 1983, aos vinte e seis anos, um amigo lá do Aeroclube de Luziânia, o Milvan, que já voa em um Plano Superior, me avisou que estava iniciando um curso de planador. Fiz o curso e tornei-me instrutor. Depois de algum tempo fui trabalhar com o Carlos Arthur na Challenger , uma montadora de ultraleves na qual finalizamos mais de uma dúzia deles. Pouco tempo após me habilitei Piloto de Ultraleve e em seguida Instrutor também nessa categoria.
Desde então tenho voado praticamente todos os dias e ainda não me cansei da atividade.

Conheça o nosso site acessando http://www.uflyultraleves.com.br

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